Método Weplex Psi - comunicação profissional para psicólogos

Marcio S Galli

Psicólogos profissionais, interessados em clinicar, costumam ter uma intenção clara: trabalhar atendendo. Em outras palavras, ter clientes, pacientes, poder ajudar essas pessoas e com isso evoluirem dentro da abordagem profissional. Eles também sabem que para que esse ciclo seja virtuoso precisam de um canal de comunicação profissional que traz clientes. Parte dessa equação está resolvida - é o velho e bom boca a boca. Porém, e ligado a isso, sabemos que o assunto envolve a comunicação sobre o profissional, o que faz, como faz, por exemplo.

Podemos formalizar este desafio começando com uma pergunta: o que faço para divulgar esse profissional - quem sou, o que faço e quem posso ajudar. Ainda, no universo digital, se envolver com ações que buscam esssa "divulgação" pode nos desgastar, por vários fatores. Por exemplo, hoje, muitos acreditam que "mais seguidores" no Instagram é o caminho. E é, de certa forma. Mas tem um preço que pagamos quando simplificamos essa questão - psicólogos sabem disso. Ainda, quando o assunto é "o que fazer" não é difícil cair em distração. E mais, distração que leva a frustração. Na vida real, a situação é assim: começamos, tentamos, crescermos de certa forma esse "nosso canal". Fazemos isso com iniciativas, sim, mas que também nos cansam. A complicação é que tempo passa. Algumas coisas funcionam, outras não. O preço que pagamos é que no acelerar e pausar começamos e paramos. Enquanto isso, o tempo passa. Dependendo dessas iniciativas, a energia colocada também nos desgasta. Ficamos cansados, de certa forma frustrados, machucados. Isso causa mais pausa, mais tempo.

Neste texto, vamos estruturar com lógica este assunto. Meu objetivo é te ajudar com um modelo de gestão para avançar a comunicação profissional deste profissional, você. Com o método Weplex Psi, começaremos falando sobre organizar o que deve ser feito. Depois, celebramos a questão do investimento, da energia/esforço, com o objetivo de respeitar essa energia e canalizar ela para ações pontuais e mensuráveis. De forma geral, nosso caminho envolve:

  • Começar com planejar;
  • Se respeitar, com menos é mais;
  • Orientar por valores, valores do profissional e da profissão;
  • E avançar com uma cadência produtiva.

Esse modelo nos trará benefícios diretos de curto prazo e indiretos que trarão impacto a longo prazo. A curto prazo, você terá a perceção de tração, de progresso. Mas vamos lá, por partes, celebrar os pilares do método Weplex.

Parte 1 - você, seu assessor

A primeira etapa é conhecer a figura do guia, que irá caminhar ao seu lado. Psicólogos como Lari Cardoso, Renata Barbosa (Rio Preto) ou Roosevelt um psicanalista de Rio Preto, já têm clareza sobre seus objetivos, sabem qual é o paciente ideal, sobre a abordagem que lhes ajuda com avançar.

Quando esses profissionais se encontram o assessor da WePlex Comunicação — alguém com interesse genuíno por comunicação, experiência em marketing, design, gestão e valores de objetividade e clareza — forma-se uma parceria sólida. O psicólogo continua no centro do seu trabalho clínico, mas passa a ter ao lado um profissional que ajuda na condução da experiência comunicativa que atende a estratégia.

Parte 2 - seu plano, na vida real

Na prática, a segunda etapa envolve estruturar o trabalho. Primeiro, identificamos o público-alvo, os objetivos, o paciente ideal e a forma de abordagem. Depois, definimos metas de curto e longo prazo, que se traduzem em ações pontuais e estratégicas de marketing. Aqui não se trata de mudar de rumo a cada semana. Desde o início já se estabelece uma estratégia de marketing, que sustenta todas as ações seguintes. A presença digital profissional, por exemplo, é um pilar básico dessa estratégia. A partir disso, avançamos para projetos específicos, sempre alinhados aos objetivos definidos:

Parte 2.1 - a criação da sua "casa"

Um dos primeiros projetos é a construção do bio-site profissional. Essa etapa envolve "design e identidade", com o objetivo de criar uma marca. Levamos em consideração, estilo, cores e fotos, sim; mas muito sobre essa fase é o feijão com o arroz. Quem é você? O que você faz? Qual é o seu público? Nossa intenção, nesta fase, é criar/formatar um tipo de ficha técnica desse profissional. Trazer objetividade, o básico, em primeiro lugar. Nome completo, CRP, cidade onde mora, quem atender, etc e etc. Esse momento "bio-site profissional" nos levará a dois resultados mensuráveis, concretos:

Parte 2.1.0 - Domínio profissional?

O que é o domínio profissional? É o nome de domínio que permite ao usuário te encontrar. Não só o usuário mas também os buscadores. Sites, e suas páginas, disponibilizadas em um domínio, podem ser acessados por meio de uma navegador de Internet, como o Chrome no dispositivo Android ou o navegador Safari no iPhone. Exemplos de domínios profissionais:

  • larissacardosopsicologia.com.br
  • psicologaemriopreto.com.br
  • mgalli.com

Observe que o nome de domínio funciona como um mecanismo - atalho - para o usuário e, logicamente como dito para essas ferrramentas e serviços da Internet como os motores de busca, como o caso do Google. Se o seu site está disponível por meio de um domínio, o buscador Google irá entender que o conteúdo encontrado lá se refere ao domínio. Existem conceitos importantes que serão abordados com relação a esse assunto por conta que o domínio profissional pode ser de propriedade do profissional. Em outras palavras, esse "atalho" sendo do profissional garante uma segurança independente de plataformas de hospedagem.

Parte 2.1.1 - bio links site

A experiência "bio links" pode ser entendida como um site simples que traz um mapa, como um menu. Nesta página, o profissional pode criar vários caminhos - como botões - como no exemplo da psicóloga Larissa Cardoso. Saiba mais sobre A relação entre o 'link da bio' do Instagram e sua página de destino.

Parte 2.1.2 ficha técnica

A partir disso, evoluimos para a criar uma seção da sua biografia profissional. Quem é você? Qual sua profissão? O que faz? Para quem faz? Não é, ainda, muito elaborado, mas é um início que nos dará um norte.

Esse "site básico" serve para alguma coisa? Sim, e mais que isso. É um posicionamento pessoal, profissional para dentro e para fora. Esses dados básicos são essenciais tanto para esse processo de organização pessoal/profissional como também para uma audiência.

Ainda, torna-se um processo gerador porque gera modadlidades de conteúdos derivados dessa organização básica:

  • Site home bio links (exemplo acima)
  • Site cartão (exemplo da Renata)

Com isso nós geramos também esse conteúdo de apresentação tanto no formato site cartão em PDF como no cartão de visita:

Parte 3 - sua audiência, seu produto/serviço e a jornada do seu futuro cliente

Nesta etapa, trabalharemos para criar uma narrativa estratégica e coerente que respeita o profissional e ao mesmo tempo reconhece o valor oferecido ao mercado. Começamos conversando sobre aquilo que o profissional faz e gosta assim como uma audiência.

Esse processo nos dá um foco inicial, por um lado, e tambem uma oportunidade para avançar com resultados mensuráveis. Quando falamos em resultados mensuráveis, nos referimos a avançar a criação de experiências comunicativas que geram impacto, permitindo clareza sobre o que estamos fazendo e possibilitando aprendizado. Em outras palavras, o produto dessa fase envolverá experiências comunicativas que projetam conteúdo digital, representando o profissional de forma automatizada na internet, por meio de campanhas de marketing. É a partir dessa interação que podemos medir os resultados.

Parte 3.1 - Sua audiênca e seu produto

Na primeira parte deste módulo, nosso foco está em identificar o produto ou serviço do profissional. Normalmente, ele já possui uma afinidade, um direcionamento, em outras palavras, um norte. Esse profissional sabe o que pode fazer e em quais situações se sente mais à vontade. Naturalmente, isso está ligado às suas ambições profissionais e à evolução da carreira.

Alguns profissionais não atendem determinados tipos de públicos em determinadas situações, e por isso essa é uma conversa estratégica e uma oportunidade de planejamento. Desta forma, temos um norte. A partir disto, podemos pensar na audiência. Esse é o início do processo — e não significa que não haverá ajustes. O que temos aqui é a oportunidade de avançar, nos guiar. Queremos uma audiência com a qual o profissional esteja confortável para trabalhar, e que, caso haja interesse, traga clientes ou pacientes que o levem a atuar de forma consistente.

Isso não quer dizer que não será desafiador, porque, evidentemente, existem dificuldades inerentes à relação com cada caso de paciente. Mas trata-se de identificar o produto ou serviço mínimo viável, aquele que retroalimenta a energia positiva do dia a dia de trabalho. É a partir disso que o profissional amplia sua experiência e fortalece a energia vital do seu dia a dia. Uma vez estabelecido esse ponto, já temos os materiais básicos — e isso também faz parte de uma gestão estruturada.

Parte 3.2 - Sua campanha

Outra fase do trabalho de marketing e comunicação é envolve a definição de uma campanha. A campanha representa um objetivo mensurável. É uma ação de marketing, uma ação de comunicação, que gera resultados. Para isso, precisamos ter clareza em três pontos: a adequação do público da campanha, as características da campanha e os resultados esperados. A definição da audiência, assim como a definição do produto ou serviço oferecido, envolve fazer escolhas e abrir mão de outras possibilidades. É preciso afunilar para construir uma boa campanha, uma campanha extremamente objetiva. E veja bem: não significa que você não possa ter várias campanhas. Pode sim, depois. Mas, neste momento, vamos avançar começando com uma. Desta forma, trazemos clareza e assertividade — inclusive para gerar aprendizado que também nos permitirá a mudar a estratégia da campanha.

Nesta fase de planejamento, geramos um documento que irá guiar as atividades de construção de materiais de marketing da campanha. Por exemplo, este documento nos ajudará com a criação de uma propaganda na plataforma Google Ads, a uma campanha no Instagram ou em outras redes sociais.

O fato é que toda e qualquer campanha de marketing é uma experiência comunicativa apresentada a um público, em um espaço, em um canal. Veja, no vídeo abaixo, o exemplo de uma campanha de marketing tipo "Google Ads" no buscador Google:

Parte 3.3 - Recebendo o prospecto usuário

O investimento na campanha - que começa com objetiva - nos leva a criar um fluxo de usuário para um destino. Qual é este destino? Sobre o objetivo maior, sabemos, é o destino de converter prospectos em clientes, pacientes. Por outro lado, temos que reconhecer a experiência comunicativa que está neste meio.

Vamos elaborar nosso desafio da seguinte forma: uma campanha de comunicação, é um investimento, intencionado para atrair usuários para que eles se tornem clientes. Essa campanha tem um custo, tudo começa assim, em geral a partir do momento que o anúncio é visto, e o clique acontece. Neste momento, o visitante é conduzido para um local, que é uma experiência comunicativa. Esse é o momento para refletirmos, sobre a clareza e continuidade lógica daquilo que o anúncio prometeu.

É aí que muitos profissionais tropeçam; quando acreditam que basta deixar o telefone visível ou um botão de WhatsApp, como se o contato direto fosse sempre a forma mais natural de converter. Na prática, isso rompe a experiência do processo de compra do cliente, por conta que o visitante ainda não está pronto. Em outras palavras, ele ou ela precisa de uma condução mais estruturada.

A resposta está em criar uma experiência que normalmente é referida como "página de aterrissagem", uma página que guia visitante com assertividade, que traz uma narrativa clara, organizada, que conecta valores profissionais, apresenta as soluções para o problema/situação, e conduz de forma lógica para o próximo passo, o contato. Nosso processo envolve trabalhar com o cliente nesta página, com o objetivo de transformar "o clique" do usuário, da campanha, em um caminho estruturado de confiança.

Parte 4 - Revisando a comunicação

Parte 4.1 - Comunicação lógica e storytelling

Parte 4.2 - O contato com o prospecto

Parte 5 - Revisão da estratégia para curto e médio prazo

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