
Um palestrante bom pode Um palestrante bom pode chamar a atenção nas redes sociais, tudo bem. Mas também pode ser o caso de não ter nada acontecendo, depois de todo o esforço. Até aí, tudo bem. O problema é quando, sem entender o que acontece, ele começa a se decepcionar com o processo.
Neste artigo, vamos abordar essa complicação: reconhecer que existe uma necessidade obsessada por número de seguidores e que ela gera um descaso com o processo de vendas. De forma simples, não adianta ter pessoas passando pela barraca se a sua barraca não oferece um caminho, uma condução.
Neste artigo, começamos com a reflexão de que o investimento na ponta, nas redes sociais, cria a oportunidade, no sentido de “chamar a atenção”. Mas esse é apenas um aspecto do mapa de navegação do usuário-cliente. Vamos passar por dois casos — o de um profissional psicólogo e o de uma banda de música — como forma de refletir sobre a importância de oferecer uma condução do cliente até o momento do contato.
Imagine um profissional psicólogo que gasta por semana o tempo que em um ano poderia escrever um livro. Faz isso porque é no insta que as coisas acontecem. Todo dia vai lá, bate o martelo, procurando seguidores, mais e mais. Acredita que basta falar, chamar atenção, que tudo se resolve. Em parte é isso, a questão está resolvida. Dá para chamar atenção mesmo. Mas com isso, temos uma complicação, uma que diz “que fazer com essa atenção?
Como conduzir o usuário? Como informar o usuário sobre o que ele faz? Vamos refletir sobre isso. Mas refletir sobre isso envolve entender sobre quem são os usuários, entre seguidores e compradores.
Considere um usuário que diz assim “Nossa, será que esse psicólogo atende idosos?” Esse usuário faz o que a partir desse momento? No Insta, na hora H, meio que tem para onde ir, não é mesmo? Na bio. Ele vai lá e encontra o contato que aparentemente é um link para o Whatsapp (porque no Brasil Whatsapp é sinônimo de telefone). Mas com isso temos a complicação estampada:
E se a dor não for tão forte a ponto dessa pessoa entrar em contato com o/a profissional?
O problema é o mesmo para os grandes, 600 seguidores, 60K, 600K. Devemos considerar que essas são pessoas, não máquinas. Que não é binário tipo “Ou são seguidores ou são compradores que estão certos do que querem”. E veja bem, não é que são indecisos. Na vida, na área cinza, muito mais acontece, mas é porque o que fazemos - no Insta - é justamente sobre chamar a atenção e assim é justamente um processo construtivo que eleva (ou deveria) essas pessoas para o estado criativo que sim com muitas vezes com cara de “será?”. São criativos, sim, começam com será sim mas mais do que isso esses usuários são as pontes de contato entre as pessoas, entre ideias. E sim, ideias que podem ser, na hora H, intermediárias mas que poderiam evoluir, por exemplo, para uma ação assertiva, de contato, de decisão. Vamos para o caso da banda MrX de Ribeirão Preto:
Pense em uma banda que conquistou a marca de 6K seguidores, a banda MrX de Ribeirão Preto. Tocam Guns & Roses, geralmente no Soft Rock Café a cada 30 dias. São obcecados por seguidores, sim. Vivem os dias de Insta. Na bio? Link para o Whatsapp, Whatsapp do CEO que é o baixista da banda, link direto. E ele é vendedor, dos bons, pois ao mesmo tempo trabalha em uma imobiliária da cidade com marketing e vendas. Como banda, estão atuando, ou bombando, há 4 anos e geralmente no Soft Rock Café, batucando grande no Insta. E como disse, bateram a marca de 6000 seguidores. Tiram fotos com a galera sempre. Até aí tudo bem.
Mas a situação complicada pode ser articulada assim: Tales Maxius está passando por Ribeirão Preto, bem na semana da Agrishow. Foi de pickup para o Soft Rock Café. Garrafa de Vodka com folhas de ouro na mesa. Está curtindo uma noite incrível. Sempre que vem para Ribeirão é isso. Ribeirão é vida. Tudo é demais nessa cidade. Ele, nessa noite, esbarrou nessa banda MrX Guns & Roses, a melhor Guns da região. Ele amou a banda, sim. Mas sabe que seu primo é obcecado por Guns. E, agora, teve uma ideia brilhante que veio assim: Será que a MrX toca em casamento?
Veio assim porque ele sabe que seu primo irá casar e precisa definir a banda. Maxius acabou de seguir a banda e queria contar da banda para seu primo. Pensou nisso, meio consciente ou inconsciente. Então, no raiar do outro dia de trabalho, foi também meio consciente inconsciente rápido no gatilho, direto para o Insta da banda. E viu no link da bio o canal para o Whatsapp. Simples. E é isso, foi assim, passou assim. Não fez nada.
De verdade, na vida real, o que aconteceu foi mais assim: na hora que olhou para a bio e viu o Whatsapp ficou alguns segundos sem clicar em nada. Disse um será? Mas a vida veio assim, passou, porque logo um cliente ligou para ele. A vida segue. Podemos imaginar um outro dia que ele comentou com seu primo sobre a banda, outro dia e outro será de duas pessoas na mesa.
Mas podemos concluir, pelo momento, nos voltando para o investimento da banda, o investimento de 4 anos, as tantas fotos, os tantos usuários que se divertiram e tiveram ideias sobre o que fazer com aquela banda incrível. E,para concluir, pensar sobre “E se?” tipo e se no lugar daquele Whatsapp de contato direto tivesse um conteúdo - não precisa chamar de site - da banda MrX? E se, a “clicada” rápida tivesse levado para um “bio site” com um “menu” simples com opções como: Shows para Casamentos, Agenda dos Próximos Shows.
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